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Promoção e Booktrailer de Surpreende (Maurício Gomyde)

24 de outubro de 2015

Estou aqui hoje para falar sobre duas novidades do novo livro do Maurício Gomyde (autor parceiro do blog), chamado "Surpreendente", lançado pela Intrínseca esse ano.


A primeira delas é o Booktrailer que vocês poderão conferir no vídeo abaixo:



A segunda é o sorteio que a Intrínseca está fazendo no Instagram e que vai sortear 10 exemplares do livro. Para participar é só acessar o link e conferir as regras:


Boa sorte!

Mauricio Gomyde na Intrínseca

12 de março de 2015

Depois de anunciar sobre a Lucinda Riley indo para a Arqueiro, agora é a vez de um autor nacional.
Para quem conhece e acompanha o autor, ele estará numa casa editorial nova.
Quem ainda mão conhece, é uma boa oportunidade!


Esposa 22

25 de fevereiro de 2015

Esposa 22
Sinopse: "Esposa 22 - Alice e William Buckle se casaram apaixonados. Mas, dois filhos e quase vinte anos depois, Alice está entediada. Por isso, quando recebe um convite por e-mail para participar de uma pesquisa on-line sobre casamentos, ela aceita num impulso. Respondendo às perguntas enviadas por um pesquisador anônimo e carismático (Pesquisador 101), Alice (Esposa 22) tem a oportunidade de reexaminar a história do próprio relacionamento."

Esse livro foi MUITO recomendado pela minha amiga Evellyn, então quando eu estava na Bienal e o vi por apenas R$5,00 levei pra casa, mas confesso que enrolei muito (mais de 1 ano) para começar a ler. O começo me irritou um pouco (aliás, ultimamente isso tem acontecido muito comigo no início dos livros e me pergunto se sou eu ou se por acaso muitos dos livros têm esse efeito sobre mim), mas depois de tanta recomendação eu não iria desistir dele facilmente.

Depois eu fui me envolvendo com a protagonista e suas paranoias, sua vida e os acontecimentos a sua volta. Ela tem uma vida bem normal: casada, dois filhos, amigos. Está numa idade crítica e se vê repensando o casamento depois do marido perder o emprego e falar algumas coisas impróprias. Tudo muda quando ela recebe um e-mail oferecendo dinheiro para participar de uma pesquisa sobre casamentos. Em alguns momentos aparecem as respostas dela para as perguntas e só podemos imaginar quais foram as perguntas feitas.
"É isso que odeio em comunicação on-line. Não há como julgar o tom."
Chegou um ponto em que comecei a pensar coisas horríveis sobre algumas pessoas do livro depois de ver tanta bullshit no mundo real e eu perguntei várias vezes sobre a minha teoria, mas minha amiga não quis me contar. AINDA BEM. 
"Tenho a sensação de que chegamos a um ponto em que nossas experiências, nossas lembranças - nossa vida inteira, na verdade - não são reais a menos que as publiquemos na internet."
Fiquei muito feliz com o final que teve. Mesmo sendo ficção bateu aquela esperança na humanidade que já está abaixo de 10% no meu reservatório. Pelo menos na ficção podemos ver coisas boas e torcer para elas se transportarem para o nosso mundo. Apesar de ficção, achei um livro bem realista. Acredito que muitas mulheres - principalmente na idade dela - vão se identificar ou conhecer alguém que passou ou está passando pelas mesmas coisas. É uma leitura bem divertida e eu recomendo. ;)


Luminoso

31 de janeiro de 2015

Luminoso
Sinopse: "Após ter completado sua tarefa com o Garoto Radiante, Riley desfruta férias ao lado de Buttercup e Bodhi. Quando um cão infernal atravessa seu caminho, a menina decide ir atrás dele – apesar da relutância de seu professor. Durante a busca, ela encontra uma jovem fantasma chamada Rebecca.
Apesar do jeito doce de Rebecca, Riley logo descobre que nem tudo é o que parece. Filha de um fazendeiro, e furiosa por ter sido assassinada durante uma revolta de escravos em 1773, ela mantém a alma dos que morreram presa em suas piores memórias. Será que Riley conseguirá ajudá-la sem se perder nas próprias lembranças dolorosas?"

Eu sabia que tinha muito tempo, mas não fazia ideia que já está quase completando 3 anos que eu li o primeiro livro da série. Como o tempo passa rápido! Essas capas, além da diagramação e formato diferenciado, são lindas e dá vontade de ter na estante. Porém, apesar delas aparentarem livros leves e fofinhos, dá pra se surpreender e muito com os temas abordados e os acontecimentos. 

Nesse segundo volume da série, Riley sai de férias com seu guia Bodhi e seu amigo inseparável - o cão Buttercup. Só que essas férias estão longe de ser um passeio tranquilo e relaxante. Após ver uma criatura muito sinistra, a nossa protagonista com seu temperamento nada fácil resolve desobedecer as ordens e 'investigar'. Acho que nem na melhor das hipóteses ela teria previsto todas as experiências que teria pela frente.
" - O livre-arbítrio é muito poderoso, Riley. Às vezes é o único modo de se dar conta do seu verdadeiro destino, embora isso requeira um bocado de confiança: em si próprio e no universo, como tenho certeza que você agora sabe."
É um livro que segundo nota da autora tem algumas partes baseadas em fatos reais e partes bem chocantes. Eu adoraria que essa parte fosse inventada e me sinto triste de saber que logo isso de tamanha crueldade realmente aconteceu. Mas os seres humanos não cansam de nos surpreender com a imaginação fértil para atrocidades.

Se eu tivesse que resumir em uma palavra eu diria que seria perdão. E se eu tivesse que dizer algo sobre o aprendizado da Riley seria acreditar mais em si mesma.

Sobre o desfecho, não podia ser mais tentador correr para o terceiro livro e ver o que acontece. Estava mais para um final de capítulo que para o fim do livro. De deixar qualquer fã louco, não? Por sorte eu comprei os três livros que faltavam da série por R$ 5,00 cada na Bienal. Pensando bem, talvez não tenha sido assim tão ruim esperar tanto para continuar lendo, pelo menos tenho todos e não preciso esperar o lançamento.

A última carta de amor

22 de janeiro de 2015

A última carta de amor
Sinopse: "Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante.
Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento.
Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico."
Depois de tantas recomendações, peguei esse livro para ler cheia de expectativas. Mas chegou um momento em que me vi perdida na leitura e só depois fui me dar conta que a autora fica alternando entre vários tempos, mas dois deles muito próximo eu custei a perceber e só assim começou a fazer realmente sentido pra mim. Acho que andei lendo muitos livros lineares. Não pense que isso me fez desgostar do livro, pelo contrário, eu gosto muito de livros assim e principalmente aqueles que contam com tempos em que eu não vivi. Adoro conhecer como eram os locais antes de eu existir, como as pessoas viviam na época, mesmo que seja através de pessoas que não existiram de verdade.
"- Mas você não é a única, é? Todo ato tem uma consequência, Ellie. Na minha opinião, o mundo se divide entre aqueles que veem isso e tomam suas decisões de acordo e os que simplesmente vão atrás do que lhes parece bom na hora."
Entre os capítulos a autora colocou trechos de cartas, sms, bilhetes, e-mail de "últimas cartas" entre casais e foi um toque interessante. Aliás, a capa e diagramação desse livro são muito fofas. Até me perdi em quanto tempo faz que via esse livro em livrarias e tinha vontade de ler, mas sempre fui adiando até que a oportunidade surgiu. Posso dizer que estou com sorte nas minhas leituras de 2015, até agora nada me desagradou e tive gratas surpresas.
"Ellie vai pegar o dinheiro no bolso e acaba pegando a calcinha da noite passada. O Pai Exausto tosse - ou talvez tenha sido um ataque de riso suprimido. Ela se desculpa, o rosto ardendo, entrega o dinheiro e vai para a ponta do balcão, onde fica cabisbaixa esperando seu café."
Esse livro conta sobre tantas pessoas que nem vejo como falar dele sem dar algum spoiler. Foi intenso acompanhar tudo que aconteceu e me fez lembrar os livros da Lucinda Riley e até mesmo o Simplesmente Acontece. Preciso dizer que não é um livro que passa despercebido, que você lê e esquece. São muitos acontecimentos e intensos que devem conseguir mexer até com quem se diz insensível. Não tem como não se emocionar com a história da Jennifer e se ver tentando descobrir junto com ela tudo que aconteceu. Também não vejo como não refletir sobre a vida da Ellie, mesmo que você não tenha vivido nada parecido. Elas viveram sua juventude em épocas diferentes, mas acabam se ligando de uma forma inesperada e isso dá um toque especial.
"- Se eu me permitisse amar você, isso me consumiria. Só existiria você. Eu viveria com medo de que você pudesse mudar de ideia. E, se isso acontecesse, eu morreria."
Sei que não é uma história real, mas fico me perguntando quantas pessoas em muitas outras épocas e até mesmo nos dias de hoje não passaram por dilemas como esses e fico me perguntando que desfecho tiveram. Devem haver muitas e muitas histórias parecidas com essa ou até mesmo mais interessantes ou menos espalhadas por aí. Sem dúvida esse livro vai ficar marcado em mim.
"Ela é... mais complicada do que parece.O chefe sorri com ironia.- Nunca conheci uma mulher que não fosse.- É... Bem, eu não gosto de complicações.- Não existe vida livre de complicação, Rory. Todos nós acabamos fazendo concessões no fim."
Mesmo sabendo que provavelmente não são livros fáceis, assim como esse não foi, quero ler as outras obras da Jojo Moyes e ver o que mais ela poderá me proporcionar e como poderá me surpreender.
"- Sabe, não se pode fazer alguém voltar a nos amar. Por mais que se queira. Às vezes, infelizmente, a questão do momento apenas... não bate."

Brilhos

30 de abril de 2012

Sophia Bennett
Editora Intrínseca
Páginas: 288

Sinopse: "Crow está vivendo o sonho de todo estilista. Nonie fisgou a atenção de um garoto maravilhoso. Jenny ensaia agora sua nova peça. Edie, porém, está com problemas... Em meio à euforia com a chegada da primeira coleção de Crow às lojas que vestem as garotas mais antenadas de Londres, surgem sérios rumores de que as tão cobiçadas roupas vêm sendo produzidas à custa do trabalho escravo de crianças na Índia. Não pode ser, claro... Ou será que pode? Na dúvida, as amigas topam ir conferir. Lá, elas não só descobrem a explosão de cores e brilhos de uma cultura que ainda não conheciam, mas também deparam com uma grande questão: o que vale mais, seus sonhos ou seus ideais? "

Após ter me encantado com Linhas (link da resenha no final do post), a Sophia me conquistou ainda mais com Brilhos. Depois de tantas mudanças radicais na vida das pessoas no primeiro livro, eu cheguei a pensar que as coisas estariam mais calmas ou 'devagar' no segundo, mas me enganei completamente. No meio de lançamento de coleção, desfiles, visita a Paris e todas as coisas que as cercam, Edie recebe uma denúncia de que as roupas de Crow são produzidas por crianças em regime escravo na Índia. É claro que desestrutura tudo. No meio dessa confusão as amigas ainda tem que lidar com provas finais chegando, a estreia de Jenny no teatro, Sigrid, as acusações que caem sobre Edie e seu blog e o gatinho que Nonie compara a Robert Pattinson. Falando em Nonie, eu a acho muito divertida e fico 'impressionada' como meninas tão jovens conseguem lidar tão bem com os problemas que surgem. Eu gosto muito do jeito que a Crow tem de ficar alheia, em alguns momentos,  as coisas que estão em volta e poder se concentrar e se dedicar só ao que tem vontade, como quando está desenhando, observando algo ou fazendo suas criações.
Na visita feita a Índia (É aí que ele entra como livro do desafio do mês: cenas que se passem na Ásia ou África.) elas se depararão com uma cultura diferente do que estavam acostumadas e conhecem pessoas especiais. Sem falar da visita ao Taj Mahal...
Além de conto de fadas contemporâneo ele traz elementos da realidade de pessoas que nem imaginamos que passam por aquelas coisas, assim como no primeiro, e desperta reflexões, e pelo menos em mim, vontade de fazer alguma coisa para fazer alguma diferença no mundo e ajudar ao próximo. Ah, sem falar na vontade que me dá de voltar a fazer meus desenhos e roupas.
Os livros dessa série, para mim, tem ingredientes que os destacam dos outros do mesmo estilo e os tornam marcantes.
"- Está tudo bem, Nonie? -  ele articula as palavras sem emitir som.- Tudo bem - respondo da mesma forma, fazendo um sinal positivo com o polegar para reforçar a ideia.Estou acostumada a mentir para adultos. É um velho hábito. Simplifica as coisas."
"Saboreio o momento. Eu lendo em uma língua estrangeira (tudo bem, olhando fotos em uma língua estrangeira, mas ainda conta) [...]"
"Ele agita bilhetes de metrô de papel-cartão branco para todas nós e sinto um súbito calor. As passagens de metrô de Paris estão na minha lista das dez coisas mais românticas do mundo."
"A boca de Edie continua se movendo e eu sei que ela ainda está falando sobre a falta de tecnologia na casa do meu pai, mas acabei de notar que, atrás dela, um garoto com cabelo louro desalinhado está olhando para mim. E já tem algum tempo. E ele é EXTREMAMENTE GATO. Se Robert Pattinson tivesse um irmão mais novo louro, de cabelo desalinhado, seria ele."
Confira:

Radiante

5 de fevereiro de 2012

Alyson Noël
Editora Intrínseca
Páginas: 174
Sinopse: "Riley Blomm, a irmã caçula de Ever, da série Os imortais, é a heroína da nova série de Alyson Noël. Em Radiante, após o acidente que a matou, Riley deixou sua irmã no mundo que conhecemos e atravessou a ponte da vida até Aqui, onde o tempo é sempre Agora. Riley reencontrou os pais, também vítimas do desastre, e Buttercup, o cão da família. Ela então foi chamada perante o Conselho e um segredo lhe foi revelado:  a pós-vida não significa simplesmente uma eternidade de lazer. Riley tem tarefas a realizar. Ela é designada como Apanhadora de Almas, e Bodhi, um garoto diferente, que ela não consegue decifrar muito bem, é seu guia."

Para quem ainda não conhece, esse é o primeiro livro da série Riley Bloom, narrado por ela, que é nada menos do que irmã da Ever Bloom (protagonista da série Os Imortais). 
Depois de morrer e atravessar a ponte para o outro lado, ela descobre um novo mundo onde coisas que antes não eram possíveis podem acontecer (vestir a roupa que quiser, por exemplo) e também que tem muitas coisas a aprender. Depois de passar pelo Conselho (responsável pelo julgamento), ela terá que seguir seu guia, apelidado de Bobão por ela, e cumprir com a primeira missão que lhe foi dada: convencer o menino Radiante a deixar o castelo que ele tem assombrado por séculos. O pequeno detalhe é que muitos tentaram antes dela e ninguém conseguiu. Será que ela conseguirá completar a sua primeira tarefa?
O primeiro dia de aula foi bem diferente do que eu e Riley esperávamos e o momento diante do Conselho foi tenso. Eu não sei se gostaria de ver um trailer com os momentos em que eu teoricamente teria que explicar os motivos de ter feito as coisas. Tem sempre aquelas coisas constrangedoras que não gostamos nem de lembrar, que dirá outras pessoas vendo. Mas no fim das contas ela recebe uma missão bem legal e que ajuda outras pessoas, ou melhor, almas a encontrarem o caminho da luz. Outro 'probleminha' que Riley passa é que agora os outros podem ler seus pensamentos, e pelo jeito meio rebelde de ser, ela acaba pensando coisas que não seriam adequadas de serem captadas pelos outros. O guia dela sofre um pouco, pois ela não é do tipo mais obediente e respeitadora possível, então já imaginou, né? Mas isso torna as coisas engraçadas.
Confesso que esperava que fosse um livro com outro estilo e adorei estar enganada sobre isso. É uma leitura leve, divertida e rápida. Como o livro é pequeno, eu não vou falar muito sobre o que acontece (mais do que falei) para evitar os famosos spoilers. A capa é muito bonita e a diagramação dele uma gracinha. Ele tem passagens muito divertidas (como podem ser observadas abaixo) que me fizeram dar boas risadas.  
"- Sabe que pode materializar um novo guarda-roupa, certo? Não somos atados aos erros do passado. Então, vamos, anime-se. Feche os olhos e pergunte: O que Joe Jonas usaria?"
 "Eu iria a Londres! Lar de Robbert Pattinson, Daniel Radcliffe, príncipes William e Harry..."
 "- Sim! - praticamente gritei, desesperada para que ele me escutasse. - Tenho certeza absoluta, juro por minha própria morte!- Tudo bem, mas jura pela sua música preferida da Kelly Clarkson?"
"Não. Apague isso. Porque a verdade é que ele era muito mais que bonitinho; era praticamente o Zac Efron da pós-vida."

Percy Jackson: O Último Olimpiano (Livro 5)

8 de março de 2011



"Os meios-sangues passaram o ano inteiro preparando-se para a batalha contra os titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou semideus que se une à causa confere mais força ao vingativo Senhor do Tempo. Enquanto os olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem detê-lo. Nesse quinto livro da série, o combate que pode acarretar o fim da civilização ocidental ganha as ruas de Manhattan, e Percy tem a terrível sensação de que sua luta, na verdade, é contra o próprio destino. Revelada a sinistra profecia acerca do décimo sexto aniversário do herói, ele enfim encontra seu verdadeiro caminho."

  • Percy Jackson e Os Olimpianos
  • Livro 5 O Último Olimpiano de Rick Riordan
  • 383 páginas
"É, exato. Vou negar que disse isso, é claro, mas os deuses precisam dos heróis. Sempre precisaram. Não fosse por isso, não manteríamos vocês, pestinhas irritantes, por perto." sr. D. página 271
"Ora, eu sei que você está pensando: Puxa, isso é uma grande irresponsabilidade dele, blá-blá-blá, mas Paul me conhece muiyo bem." Percy, sobre o padrasto lhe emprestar o carro, página 9
Em primeiro lugar eu adoro o jeito de escrita do Rick Riordan, ele dá um tom de comédia dos momentos de ação até os de tristeza.
Bom, o livro é baseado em mitologia grega, Percy Jackson é um semideus filho de Poseidon, cujo participa de um juramento entre os três grandes Deuses (Zeus, Poseidon e Hades) de não terem filhos semideuses, por seus filhos serem poderosos demais, um exemplo de filho de um dos três grandes usado no livro é Hitler.
O último olimpiano se trata da batalha final contra Cronos o titã senhor do tempo. percy corre contra o tempo ao lado de Nico (filho de Hades) para tentar descobrir algo a mais da vida de Luke que abriga dentro de si Cronos. Assim se submetendo a uma arriscada aventura para tentar aumentar suas forças e lutar contra Cronos. O titã senhor do tempo forma um exercito de semideuses, monstros, titãs e deuses. Enquanto isso do outro lado se encotra os semideuses do acampamento meio-sangue, alguns centauros , as caçadoras lideradas por Thalia e um Percy Jackson quase invencível. A batalha ocorre nas ruas de Manhattan enquanto os mortais estão "desligados" da cidade por influência de um certo deus.
Cronos liberta Tifão, pai de todos os monstros, para atrasar e destruir os deuses, enquanto tenta chegar ao Empire State (o Olimpo). Como em todos os livros da série, ao decorrer vão aparecendo seres da mitologia grega e suas histórias são comentadas.
Hades mostra um lado pouco conhecido, Hermes por sua vez não fica a traz, Sr. D, ou melhor, Dionisio como sempre chato e engraçado.
Grover aparece bem mais corajoso e ao mesmo tempo amedrontado ( o que me faz lembrar Rony Weasley ), Annabeth tem um papel importantíssimo e Rachel, a amiga mortal de Percy que descobre seu destino bizarro ligado ao mundo dele.
O livro encerra de uma forma legal, mesmo com a morte de algumas pessoas o autor não detalha tanto isso, assim não tornando um livro triste ( como foi HP 7 ). Uma profecia encerra o livro deixando um gostinho de quero mais e ao mesmo tempo um conforto por saber que não pararia por ali.

MaryCabral